UM BOM VINHO COMEÇA PELA ROLHA

Quando se pensa em um bom vinho, provavelmente, a última coisa que é pensada, por alguém que não entende do assunto, é a rolha. Aparentemente não há muito que se comentar a respeito da rolha, no entanto, ela esconde alguns segredos e procedimentos que vale muito a pena conhecer.

Existem vários tipos de rolha quanto à forma como são feitas e o material usado, e isto importa saber para determinar que segredos ela pode revelar e que procedimentos demanda.

Os diferentes tipos de rolha podem ser definidos em:

* Cortiça inteiriça (as quais ainda se dividem em cortiças rígidas e cortiças flexíveis, mais tradicionais de todas);

* Cortiça aglomerada (feita de inúmeros pedacinhos aglomerados);

* Cortiça mista (que tem o corpo aglomerado e as extremidades feitas de cortiça integral);

* Cortiça sintética (essa já bem mais recente que suas ‘irmãs’).

A importância de ver a rolha

É comum que o garçom abra a garrafa e nos ofereça a rolha. Este procedimento tem pertinência, pois, se o vinho estiver estragado, este inconveniente poderá ser detectado através de um exame olfativo, menos penoso que o exame de paladar.

Primeiramente a rolha deve apresentar cheiro intenso de vinho, dando indicação de que foi armazenada de forma correta, ou seja, deitada.
O cheiro intenso de vinho também nos conduz à suposição de que ela cumpriu seu papel no trabalho de vedação.

O mau cheiro na rolha indica que o vinho está estragado, e, a causa disto pode estar em que a rolha permitiu a entrada de ar ou que ela foi infectada por fungos.

Fonte: Millesimé

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